Autogestão durante o período revolucionário português: o caso das operárias na fábrica Sogantal (1974-1976)
A autogestão enquanto forma de resistência foi largamente adotada durante o período revolucionário português, com uma incidência determinante no setor têxtil/confecções. O objetivo deste artigo é demonstrar e compreender a organização das operárias na fábrica Sogantal durante sua autogestão, buscand...
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Format: | Article |
Language: | English |
Published: |
Edições Afrontamento, Lda.
2024-12-01
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Series: | Ex Aequo: Revista da Associação Portuguesa de Estudos sobre as Mulheres |
Subjects: | |
Online Access: | https://exaequo.apem-estudos.org/artigo/autogestao-durante-o-periodo-revolucionario-portugues |
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Summary: | A autogestão enquanto forma de resistência foi largamente adotada durante o período revolucionário português, com uma incidência determinante no setor têxtil/confecções. O objetivo deste artigo é demonstrar e compreender a organização das operárias na fábrica Sogantal durante sua autogestão, buscando enfatizar características e atributos relevantes na relação entre classe e género. Metodologicamente analisamos fontes primárias, sobretudo da imprensa, comunicados e jornais produzidos pelas trabalhadoras. Nossa conclusão é que a organização das mulheres da Sogantal representou um exemplo na luta operária desenvolvida durante o período e que contribuiu para converter o trabalho alienado em uma forma de criação coletiva, com uma forte partilha de experiências e solidariedade entre trabalhadoras.
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ISSN: | 0874-5560 2184-0385 |