Traços de personalidade sombria e a Teoria do Comportamento Planejado no julgamento e tomada de decisão do auditor

Esta pesquisa analisa o efeito moderador dos traços de personalidade sombria na relação entre os fatores condicionantes da Teoria do Comportamento Planejado e o julgamento e tomada de decisão dos auditores. A partir de uma pesquisa do tipo survey, foram analisadas 311 respostas de auditores, utiliz...

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Main Authors: Lorena Costa de Oliveira Araujo, Marcia Martins Mendes De Luca, Paolo Giuseppe Lima de Araujo
Format: Article
Language:English
Published: Fundação Getulio Vargas, Escola de Administração de Empresas de São Paulo 2025-01-01
Series:RAE: Revista de Administração de Empresas
Subjects:
Online Access:https://periodicos.fgv.br/rae/article/view/92764
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Description
Summary:Esta pesquisa analisa o efeito moderador dos traços de personalidade sombria na relação entre os fatores condicionantes da Teoria do Comportamento Planejado e o julgamento e tomada de decisão dos auditores. A partir de uma pesquisa do tipo survey, foram analisadas 311 respostas de auditores, utilizando a análise multigrupo nos mínimos quadrados parciais. Os resultados indicam que traços de personalidade sombria influenciam negativamente a relação entre as normas subjetivas, o controle comportamental percebido e o julgamento e tomada de decisão, sugerindo que auditores com elevados traços de personalidade sombria manifestam tendências à insensibilidade, impulsividade e manipulação. Por outro lado, tais traços potencializam a influência do ceticismo sobre esse julgamento. A contribuição deste estudo está na criação de um modelo que incorpora o efeito moderador dos traços de personalidade na Teoria do Comportamento Planejado, fornecendo evidências às firmas de auditoria e entidades reguladoras para melhoria de processos e fortalecimento da confiabilidade das informações contábeis.
ISSN:0034-7590
2178-938X