Ambiente construído e atividade física de adolescentes: uma abordagem com redes neurais artificiais

O objetivo deste estudo foi analisar a associação do nível de atividade física (AF) e composição corporal em relação à quantidade e distância de ambientes construídos favoráveis à prática da AF em relação ao domicílio de adolescentes da cidade de Lagoa do Carro/Pernambuco, Brasil. Participaram do es...

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Main Authors: Murilo Gominho Antunes Correia Júnior, Thaliane Mayara Pessôa dos Prazeres, Rafael dos Santos Henrique, Javiera Alarcon, Isabele Goes Nobre, Bruno Cesar Pereira Pinto, Gustavo Aires de Arruda, Douglas Eduardo Ferreira Maia, Lucilene Antunes Correia Marques de Sá, Marcos André Moura dos Santos
Format: Article
Language:English
Published: Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde 2024-09-01
Series:Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde
Subjects:
Online Access:https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/15217
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Summary:O objetivo deste estudo foi analisar a associação do nível de atividade física (AF) e composição corporal em relação à quantidade e distância de ambientes construídos favoráveis à prática da AF em relação ao domicílio de adolescentes da cidade de Lagoa do Carro/Pernambuco, Brasil. Participaram do estudo 289 adolescentes (153 meninos; 10 a 18 anos), devidamente matriculados nas escolas do município. O Physical Activity Questionnaire for Children (PAQ-C) e Physical Activity Questionnaire for Adolescent (PAQ-A) autoaplicável foram utilizados para avaliar o nível de AF. O Sistema de Informação Geográfico foi utilizado para avaliação dos ambientes construídos. Foram criados Buffers de 100 a 500 metros de raio a partir do centro do ambiente construído. A Rede Neural Artificial no método de Feedforward foi utilizada para analisar a associação e a importância das variáveis do ambiente construído e composição corporal com o nível de AF. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre o nível de AF e as distâncias do ambiente construído. Ressalta-se que a quantidade de buffers até 500 metros de distância, foi a variável que apresentou maior importância para o nível de AF, juntamente com os adolescentes que residem em locais com maior exposição em quantidade de ambientes construídos, sendo considerados mais ativos. Os principais determinantes do nível da AF dos adolescentes foram à quantidade de buffers a 500 metros, o sexo e a distância para o ambiente construído. Em contrapartida, as variáveis, zona de moradia, massa corporal e quantidades de buffers a 100 metros foram as que apresentaram um menor poder de influência.
ISSN:2317-1634