Licença Paternidade no Brasil -
O artigo visa analisar as percepções de homens e mulheres sobre a licença paternidade, a partir de uma perspectiva interseccional. Foram analisados um bloco de perguntas de um survey nacional, com 1575 entrevistados, amostra representativa da população brasileira acima de 18 anos, probabilística e...
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Format: | Article |
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Published: |
Universidade Estadual de Londrina (UEL)
2024-12-01
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Series: | Serviço Social em Revista |
Subjects: | |
Online Access: | https://www.ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/51298 |
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author | Andréa de Sousa Gama Renata Gomes da Costa Mellyne Sousa de Araujo Rocha |
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O artigo visa analisar as percepções de homens e mulheres sobre a licença paternidade, a partir de uma perspectiva interseccional. Foram analisados um bloco de perguntas de um survey nacional, com 1575 entrevistados, amostra representativa da população brasileira acima de 18 anos, probabilística e aplicada em estágios, desenvolvido no ano de 2016. A hipótese de trabalho foi que o estatuto de trabalhador e a parentalidade, pode ser um bom preditor de percepções mais igualitárias, assim como na vivência desse direito trabalhista. Buscou-se responder as seguintes questões: quais são as diferenças nessas percepções segundo: sexo; cor/raça; ocupação; posição na ocupação e renda individual? Qual é a influência da inserção no mercado de trabalho e do fato de ter ou não filhos nas percepções dos(as) entrevistados(as) sobre a licença paternidade? A inserção no trabalho foi o fator de maior influência para uma visão mais progressista sobre a licença paternidade para ambos os gêneros. A mediação preponderante da inserção e da renda do trabalho indica que as condições e relações em que se desenvolve o trabalho são fundamentais para a produção de diferenciações nessas percepções, mediante também ao acesso a esse direito trabalhista.
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format | Article |
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institution | Kabale University |
issn | 1679-4842 |
language | English |
publishDate | 2024-12-01 |
publisher | Universidade Estadual de Londrina (UEL) |
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series | Serviço Social em Revista |
spelling | doaj-art-58b615276f174d82a870853c2f93c1a82025-01-17T06:54:45ZengUniversidade Estadual de Londrina (UEL)Serviço Social em Revista1679-48422024-12-0127310.5433/1679-4842.2024v27n3p741Licença Paternidade no Brasil - Andréa de Sousa Gama0Renata Gomes da Costa1https://orcid.org/0000-0002-3231-4472Mellyne Sousa de Araujo Rocha2https://orcid.org/0000-0002-3382-8571Universidade do Estado do Rio de JaneiroUniversidade Federal do Estado do Rio de JaneiroUniversidade do Estado do Rio de Janeiro O artigo visa analisar as percepções de homens e mulheres sobre a licença paternidade, a partir de uma perspectiva interseccional. Foram analisados um bloco de perguntas de um survey nacional, com 1575 entrevistados, amostra representativa da população brasileira acima de 18 anos, probabilística e aplicada em estágios, desenvolvido no ano de 2016. A hipótese de trabalho foi que o estatuto de trabalhador e a parentalidade, pode ser um bom preditor de percepções mais igualitárias, assim como na vivência desse direito trabalhista. Buscou-se responder as seguintes questões: quais são as diferenças nessas percepções segundo: sexo; cor/raça; ocupação; posição na ocupação e renda individual? Qual é a influência da inserção no mercado de trabalho e do fato de ter ou não filhos nas percepções dos(as) entrevistados(as) sobre a licença paternidade? A inserção no trabalho foi o fator de maior influência para uma visão mais progressista sobre a licença paternidade para ambos os gêneros. A mediação preponderante da inserção e da renda do trabalho indica que as condições e relações em que se desenvolve o trabalho são fundamentais para a produção de diferenciações nessas percepções, mediante também ao acesso a esse direito trabalhista. https://www.ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/ssrevista/article/view/51298Licença paternidadeDivisão sexual do trabalhoGêneroFamíliaRaça/cor |
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